Quem não tem cão caça com gato

Icon

Plataforma para o sucesso

ser regular cansa

I wanna live like common people

I wanna live like common people

Filed under: andre cruz, design

Ruins

Capa para banda sonora do filme Coisa Ruim.

Banda sonora de Jorge Coelho. Filme de Tiago Guedes. 

Esta capa faz parte do manifesto “Never Made”… (imagine-se porquê)

Filed under: design

Nexus

Publicação Nexus

Filed under: design

alice’s adventures in wonderland

AAIW
AAIW II
Na escola era mais fixe.

Filed under: design

Tapei um buraco na Agência

Short Film Agency
Entre Dezembro e Janeiro estive a “tapar um buraco na Agência”. Numa fase de desespero em que as Curtas Vila do Conde se viram obrigadas a procurar um novo atelier com quem trabalhar, contactaram-me para fazer apenas este trabalho: catálogo, cartaz e convite/flyer para a Agência. A Agência é a entidade dentro das Curtas, que distribui e comercializa curtas metragens portuguesas. Todos os anos precisam de um suporte físico que mostre o que têm para distribuír, é aqui que entra o catálogo. Depois de 3 ou 4 propostas de capa, consideravelmente mais “arty” e descabidas do que esta, pus todas as experiências de parte e parei 28 minutos a pensar no que seria suposto estar na capa deste catálogo. Foi aí que surgiu o texto que está na sobrecapa. A sobrecapa é em papel vegetal e está impressa apenas a preto e permite ver o texto (a cores) que está impresso na capa. Acho que dificilmente conseguiria fazer este trabalho noutro sítio (na Casa da Música, por ex.). Há sempre demasiados compromissos e alguma falta de tomates (não estou a falar de mim, eu sou masculino) que impedem que certas ideias andem para a frente, em Vila do Conde há tomates e rock (alguns também curtem funk mas onde há funk, há rock).
Obrigado ao Andrew Bennett que me ajudou a “inglesar” o texto e aos 4 “Curtas” vilacondenses que me deixaram fazer isto. E ao professor Neca que apostou em mim desde as camadas jovens.

Filed under: design ,

Quem não tem gato, teach gym

Pink Velvet’s Bad Trip
Boa tarde. Tenho nome, idade e sexo. É muito provável que ao divulgar o meu nome, rapidamente entendam (entendas, ainda não percebi se estás sozinho) o meu sexo. O nome é André, o sexo é o masculino (do Lat. masculinu adj., que é do sexo dos animais machos; relativo a varão ou a macho; varonil; forte; enérgico; activo; próprio de homem). Com isto não estou a indicar que tenho todas ou sequer alguma das características da palavra masculino. Daí, também não entender, qual a necessidade de me identificar como Sr. André Cruz, 1.79m, Sol., sexo: Masculino!
A contradição está no facto de primeiro dizer que pertenço ao grupo de seres masculinos e logo a seguir dizer que sou designer. Ou designer e “músico”. Mas, masculino!
Ainda pior do que tudo isto, nunca fui “forte, enérgico, activo” o suficiente para ter o que quer que fosse publicado na internet. Sou extremamente moderno: uso peças de vestuário, calçado nos pés (por vezes botas), não bato em mulheres, vivo num apartamento e até já fui a uma inauguração das exposições em Miguel Bombarda! No entanto, internet? Nada! Até hoje!
Um dia quero ter um site, onde possa expôr os meus belos trabalhos e com isso conseguir ter mais clientes e mais dinheiro e ficar mais rico (há 50% de hipóteses de isto acontecer caso eu venha mesmo a ter um site). Não tenho, nunca tive, mas gostava de ter, um site pessoal. Penso bastante no acto de “expôr design gráfico”. Quer seja na internet, num livro, revista ou até mesmo numa galeria. Não vou concluír este pensamento até porque não tenho conclusão, só vos (te, estás mesmo sozinho?) queria expôr um tema no qual penso com alguma regularidade.
Expôr. Design gráfico/expôr móveis. Expomóvel? Ok, existe, faz sentido e é, obviamente, obsoleto.
Para primeira “entrada” do blog parece-me bastante fraquinha, não sei bem o que vou fazer aqui daqui para a frente, mas o Homem (masculino ou feminino) deve tentar.

A imagem aqui em cima é um dos meus trabalhos mais recentes. Cartaz para um concerto do Remix Ensemble com obras inspiradas nos Velvet Underground, Interstellar Overdrive (Pink Floyd) e Professor’s Bad Trip. Depois de ver o espectáculo, acho que devia haver mais insanidade. Não só no cartaz mas também no concerto. Andamos nós, os inspiradinhos, a tomar as drogas erradas enquanto os inspiradores sabiam bem o que andavam a fazer. Destaco um momento verdadeiramente insano e cómico na obra do Vítor Rua (guitarrista que abomino musicalmente), inspirada no disco Interstellar Overdrive dos Pink Floyd. De resto não destaco mais nada. A não ser o cartaz, que como se vê está aqui em destaque.

Filed under: design , , , , , , ,